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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O Cultivo do Tomate Orgânico



  O tomate (Lycopersicon esculentum) é uma espécie da família botânica das solanáceas, assim como a batata, fumo, pimentão e berinjela. O tomate é de alto valor nutricional, com boa fonte de vitaminas A e C e rico em sais minerais (cálcio e fósforo), essenciais para a formação dos ossos e dentes. Pesquisa realizada sugere que o licopeno, substância em quantidade apreciável no tomate, traz benefícios contra a hiperplasia benigna da próstata (BPH), a qual afeta mais da metade dos homens a partir dos 50 anos. Por ser uma das hortaliças mais consumidas no mundo, especialmente na forma de salada (in natura) e, muito sensível ao ataque de pragas e doenças, é vital o cultivo orgânico de tomate (sem agroquímicos) para garantir a saúde do agricultor, consumidor, meio ambiente e as futuras gerações. Pesquisa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com 21 espécies de frutas e hortaliças no Brasil, revelou que, das 3.130 amostras coletadas em 2009, 29% apresentaram resultados insatisfatórios,ou seja,com resíduos de agrotóxicos, especialmente, os não autorizados para a cultura. Dentre as hortaliças, o tomate foi uma das mais contaminadas por agrotóxicos, apresentando 32% das amostras coletadas com resíduos de agrotóxicos. O uso incorreto e excessivo de agrotóxicos aplicados no tomateiro, explica os resultados. Os produtores, para evitar prejuízos parciais ou totais na lavoura, devido as inúmeras doenças e pragas e, condições climáticas desfavoráveis, chegam a pulverizar duas vezes por semana e, o que é pior, não levam em conta a carência dos produtos (tempo mínimo em dias necessário, entre a última pulverização e a colheita e consumo dos frutos). Como as colheitas são feitas duas vezes por semana, a carência ou intervalo de segurança dos agrotóxicos, geralmente de 7 a 10 dias, não é respeitada. As vantagens do cultivo orgânico do tomateiro não param por aí; pesquisa revelou que a qualidade nutritiva dos frutos no cultivo orgânico é maior, produzindo 21,1 e 34,3% a mais de vitamina A e C, respectivamente, em relação ao cultivo convencional, além de serem mais nutritivos e saborosos, com melhor conservação e, ainda com menor custo de produção.

Principais recomendações técnicas

.Escolha correta da área e análise do solo: evitar áreas úmidas de baixada sujeitas à neblina e, já cultivadas com espécies da mesma família botânica (fumo, batata e pimentão) nos últimos anos. 

.Épocas de plantio e cultivares: o clima fresco, seco e alta luminosidade favorecem a cultura. Temperaturas acima de 32 ºC e excesso de chuvas prejudicam a frutificação, com queda acentuada de flores e frutos novos, além de favorecer a murchadeira. No Litoral, a época mais favorável para o plantio é de julho a agosto; a partir de setembro favorecem maior incidência de pragas e doenças no final do ciclo da cultura. Em regiões onde não ocorrem geadas, é possível o plantio no final do verão e início de outono desde que as cultivares sejam rústicas e resistentes às pragas e doenças; neste período, as pulverizações preventivas com calda bordalesa devem ser a cada 7 dias. Pesquisa realizada na Estação Experimental de Urussanga (Epagri), indica para o Litoral: tipo Santa Cruz - cultivar Santa Clara; tipo Cereja – variedades regionais com formato arredondado ou alongado e tipo Italiano - variedades regionais com formato alongado. Recomenda-se para todas estas cultivares, retirar as sementes para o próximo plantio, seguindo-se algumas orientações (ver orientações na matéria já postada neste blog: "produção própria de mudas e sementes orgânicas".

.Produção de mudas: mudas sadias e vigorosas produzidas em abrigos protegidos, garante o sucesso da cultura do tomateiro. O copinho de papel jornal ou copo plástico descartável, utilizados para refrigerantes, são os mais recomendados para produção de mudas de tomate, utilizando-se substratos de boa qualidade. 

.Preparo do solo: adotar o plantio direto ou o cultivo mínimo do solo. Para o cultivo nos meses de julho a agosto, no Litoral, o mais indicado é a semeadura de adubos verdes (aveia, ervilhaca e nabo forrageiro) no outono, isoladamente, ou em consórcio e, a abertura de covas ou sulcos para o plantio das mudas. Outra opção é utilizar milho-verde consorciado com mucuna no mês de dezembro e, a abertura de covas e plantio das mudas no final de março/início de abril (Litoral) ou ainda julho e agosto, sobre a palhada. Pode-se também utilizar as plantas espontâneas como cobertura, manejando-as nas entrelinhas, através de roçadas. As plantas de cobertura protegem o solo, mantêm o solo mais úmido, além de aumentar o teor de matéria orgânica e reciclar nutrientes.

.Adubação de plantio: plantas bem nutridas são mais resistentes às pragas e doenças. Com base na análise do solo e nos teores de nutrientes do adubo orgânico, fazer a recomendação da adubação. 

.Plantio e espaçamento: as mudas são transplantadas quando atingirem 10 a 12cm de altura e com 4 a 5 folhas definitivas. O espaçamento indicado é de 1,2 a 1,5m entre fileiras por 0,4 a 0,5m entre plantas.

.Irrigação: a irrigação por gotejamento é a mais indicada. O sistema de aspersão é contra-indicado para o tomateiro, pois molha as folhas e umedece o ambiente em torno das plantas, favorecendo a requeima. 

.Práticas culturais: a capina é realizada em faixas, mantendo-se limpo a área junto às fileiras de tomate para evitar competição com as plantas espontâneas ou de cobertura. Nas entrelinhas, deixar uma faixa de plantas de cobertura e, se necessário, roçá-las para evitar competição por luz e facilitar a pulverização das folhas baixeiras do tomate. O tutoramento ideal é o vertical e, sempre no sentido norte-sul para permitir maior insolação das plantas.Não recomenda-se o tutoramento tradicional ("V" invertido), pois é formada uma câmara úmida que favorece os fungos e ainda torna os tratamentos fitossanitários ineficientes, pois não atingem a parte interna das plantas. À medida que a planta cresce, é preciso fazer amarrios e desbrotas, semanalmente. Para evitar o ferimento e o estrangulamento do caule, faz-se o amarrio, deixando-se uma folga. A desbrota consiste em eliminar todos os brotos que saem das axilas da plantas, deixando-se uma ou duas hastes por planta; não deve ser realizada com as plantas molhadas, evitando-se a disseminação de doenças. 

.Manejo de doenças e pragas: o tomateiro é o mais atacado por doenças e pragas que causam perdas parciais e até totais da lavoura. No entanto, se forem seguidos os princípios da agricultura orgânica, é possível prevenir e/ou reduzir os danos na lavoura. As principais doenças são: requeima ou sapeco (Phytophthora infestans), pinta preta (Alternaria solani) e murchadeira(Ralstonia solanacearum). As principais pragas são: broca pequena do fruto (Neulocinodes elegantalis) e traça (Tuta absoluta). Para o manejo, recomenda-se as medidas: a) escolha correta da área; b) evitar plantios escalonados e próximos a lavouras velhas; c) plantio na época recomendada; d) uso de cultivares resistentes; e) adubação com base na análise do solo;f) arranquio e destruição de plantas viróticas; g) destruir restos da cultura; h) rotação de culturas; i) pulverizar, preventivamente, a cada 10 dias, com calda bordalesa a 0,5 %,para o manejo das doenças foliares e j) pulverizar preventivamente,a partir do início da frutificação,com Bacillus thuringiensis, produto comercialmente conhecido como dipel, para o manejo da broca pequena do fruto e traça do tomateiro. O consórcio de tomate com coentro (planta repelente) reduz estas pragas e, ainda atrai os inimigos naturais destas. 

.Colheita: a colheita inicia quando os frutos estão amarelados ou rosados. Para mercados mais próximos podem ser colhidos num estádio de maturação mais adiantado, mas ainda bem firmes. A calda bordalesa, embora seja tolerada no cultivo orgânico, possui carência de 7 dias que deve ser respeitada, Para a limpeza dos frutos com resíduos de calda bordalesa, proceder a imersão dos frutos, por 5 minutos, em solução de ácido acético (vinagre), na concentração de 2%. Deixar secar e proceder a embalagem.                                                                                  

Agrotóxicos e pesticidas são péssimos para o meio ambiente e para a saúde de quem se alimenta de vegetais que foram "dedetizados". Há formas alternativas para tentar manter o desenvolvimento de uma plantação. Uma das formas é uma técnica batizada como "plantio consorciado".


De acordo com o estudo publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o plantio consorciado é um sistema no qual duas ou mais espécies são cultivadas em conjunto, permitindo uma interação biológica benéfica para todas as espécies cultivadas. Espécies que têm essa relação são conhecidas como plantas companheiras. O consórcio permite otimizar o uso de recursos ambientais, como nutrientes, água e radiação solar, uma vez que as espécies de plantas possuem ciclos de crescimento diferentes.

O plantio consorciado passa a ser uma alternativa tecnológica para o pequeno produtor rural, uma vez que o segundo cultivo torna-se uma nova fonte de renda, fortalecendo a estabilidade financeira do agricultor, e tendencia a aumentar a produtividade da cultura e diminuir a quantidade de agrotóxicos. Uma das finalidades do plantio consorciado é o manejo ecológico de insetos e pragas que atacam culturas mais vulneráveis, como a de tomate e de morango, por exemplo.

Segundo a Embrapa, o tomate é uma das hortaliças mais consumidas no mundo, se destacando no Brasil tanto na produção de agricultura familiar quanto na de grande escala. Devido ao grande impacto que o cultivo de tomate tem na produção alimentar, vários estudos estão sendo conduzidos para descobrir quais plantas são suas companheiras. A Embrapa identifica as principais pragas encontradas no tomateiro, como insetos causadores de danos diretos, a traça-do-tomateiro, ácaros e insetos transmissores de doenças, como mosca-branca, tripes e pulgões.

Um possível companheiro do tomate é o coentro que, de acordo com o relatório publicado pela Embrapa, atua como repelente natural de pragas devido ao forte odor que exala, reduzindo a colonização por insetos. O resultado do estudo mostrou que o coentro colaborou para a diminuição da densidade populacional de ovos, lagartas, e insetos adultos da traça-do-tomateiro. Também produziu o incremento de inimigos naturais da pragas em quantidade e variedade de espécie, como aranhas, formigas e joaninhas - atraídos pelas flores do coentro, sem contar que se alimentam das traças-do-tomateiro.

Outra planta companheira do tomate que atua de forma semelhante ao coentro é o manjericão. Essa combinação vem sendo associada à redução da mosca-branca, transmissora de um vírus prejudicial ao crescimento da planta. De maneira parecida ao coentro, a flor do manjericão atrai os predadores da mosca para a plantação.

Em outro relatório publicado pela Embrapa é apresentada a eficiência da arruda no consórcio com o tomate por ela possuir uma substância chamada cumarina, que não é apelativa ao paladar das pragas por ter um gosto muito forte. Além disso, a cumarina é uma inibidora natural do processo de germinação, inibindo espécies indesejáveis de crescerem no entorno.
Desafios
O plantio consorciado é uma alternativa para o controle biológico de pragas e uma ferramenta para a agricultura orgânica familiar. No entanto, o desafio está no fato de que a eficiência da produção depende diretamente das culturas envolvidas, condições ambientais e manejo. Mais pesquisas devem ser feitas para sustentar a prática, que ainda carece em conhecimento técnico.

é cultivado sem agrotóxicos ou produtos químicos sintéticos, focando em práticas sustentáveis que preservam o solo e a saúde. Mais saudáveis e saborosos, esses frutos amadurecem no pé, desenvolvendo mais açúcar e nutrientes como licopeno. Cultivar em casa requer solo fértil, bastante sol (6h+ dia
Principais Aspectos do Tomate Orgânico
  • Produção Sustentável: O sistema utiliza manejo natural para controle de pragas e doenças, sendo a cultivar SCS375 Caiçara uma opção recomendada por sua resistência.
  • Qualidade Nutricional: Por amadurecerem no pé, os tomates orgânicos têm sabor mais adocicado e maior teor de nutrientes, ao contrário dos convencionais, que costumam ser colhidos verdes.
  • Dicas de Cultivo:
    • Sol: Exige pelo menos 6 horas de sol direto por dia.
    • Água: Regar com moderação, evitando molhar folhas e frutos para prevenir doenças fúngicas.
    • Adubação: Uso de matéria orgânica para nutrir o solo.
  • Variedades e Mercado: Apesar do predomínio do tomate redondo, a produção orgânica valoriza variedades especiais. O tomate italiano orgânico é muito procurado para molhos devido ao sabor concentrado e menos acidez.
  • Controle de Pragas: Métodos naturais são empregados, como o uso de receitas à base de leite para combater fungos.
árias) e manejo de pragas natural, como o uso de calda de leite

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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Alcachofra as plantas curam




As flores da alcachofra são saborosas e, como as folhas, têm uma ação tonificante sobre o fígado e a digestão, estimulando o apetite e a desintoxicação. Contudo, só as folhas são usadas em medicina, havendo provas substanciais de que reduzem o colesterol.

Descrição : Planta da família das Asterecea, também conhecida como alcachofra-hortense, alcachofra comum e alcachofra de comer.

Possui caule esbranquiçado, grandes folhas verdes, lanceoladas e carnosas.

Pode atingir até 80 cm de comprimento.

Partes usadas : Flor (alimento) e folha (medicamento).

Indicações

Problemas hepáticos e renais - Apesar dos novos usos, a alcachofra continua a ser essencial para fortalecer o funcionamento do fígado e dos rins, favorecendo a desintoxicação em problemas crônicos como a artrite, a gota e a doença hepática.

Colesterol alto - Testes clínicos ao longo dos últimos 30 anos descobriram que a folha da alcachofra reduz os níveis de colesterol e de triglicéridos, enquanto os níveis de lipoproteínas de alta densidade (HDL) tendem a aumentar. Os níveis de colesterol melhoraram de 5 a 45 por cento, com uma dose diária equivalente a 7g de folha seca.

Nos anos de 1970 pesquisadores europeus documentaram o efeito da cinarina na diminuição do colesterol em seres humanos. Um estudo publicado em 2000 relatava que as folhas de alcachofra possuíam um teor consistente de cinarina, que poderia baixar os níveis de colesterol em 15%. Acredita-se que possua outros componentes que possam baixar o colesterol,

Deve ser tomada durante alguns meses para melhores resultados.

Síndrome de cólon irritável : Um estudo do Journal of Alternative and Complementary Medicine relata que o extrato de alcachofra alivia a síndrome do intestino irritável. Os pacientes também referiram o alívio de sintomas como enjoos, vômitos, dores abdominais, flatulência e obstipação.

Por consequência, é agora comum tomar alcachofra para a síndrome do cólon irritável e os sintomas a ela associados, tais como inchaço, distensão abdominal e alternância entre diarreia e obstipação.

Outros Usos: ácido úrico, obesidade, diabetes; debilidade geral, clorose, convalescença, dispepsia; hipertensão, hipertireoidismo, toxemia; afecções reumáticas.

Origem: Planta europeia das regiões do Mediterrâneo, sendo cultivada no sul da Europa, na Ásia Menor e ainda na América do Sul, principalmente no Brasil.

Plantio

Multiplicação: por rizoma e por semente;

Cultivo: plantio em clima temperado e subtropical sob forma touceira de até 2 metros. Exige solos férteis, frescos e arejados e espaçamento de 0,5m X 1,00m.

Colheita: colhe-se as folhas antes da floração ou as flores. Os rizomas também podem ser colhidos 100 a 140 dias após o plantio.

As folhas são secas à sombra, em local fresco e arejado, devendo ser acondicionadas em sacos de papel ou pano.

As flores devem ser consumidas logo após a colheita.

Propriedades : diurético, remineralizante, tônico e regulador das funções hepáticas e biliares, laxativa.

Modo de Conservar : As brácteas frescas devem ficar em geladeira. As folhas devem ser secas ao sol e guardadas em ambiente arejado.



Alcachofra

Alcachofra alcachofra - fruto alcachofra - flor

Princípios Ativos : alcoóis ácidos: glicérico, málico, cítrico, glicólico, lático, e succínico, metil-acrílico; Lactonas sesquiterpênicas largas: geosheimina, cinaratriol, cinaropicrina, cinarolidina, dihidrocinaropicrina, rossheimina, grosulfeimina e outros guaianolideos relacionados; flavonoides: glicosídeos da flavona aptgenina , luteolina, cinarosideo, escolimosideo, cosmosideo, quercetina, isoramnetina, maritimeina. Compostos fenólicos; óleos voláteis: 13-selineno, cariofileno, eugenol, fenilacetaldeido e óleo decanal -32 compostos; Ácidos graxos poliinsaturados essenciais: ácido esteárico, palmítico, oleico e linoleico; sais minerais: cálcio, fósforo, potássio, Vitaminas vitamina C; Aminoácidos: niacina, tiamina, fenilalanine, tirosina histidina, alanina, e glicina :altenóides. e pigmentos antocianicos; A alcachofrante ideal de ácidos graxos; Açor da alcachofra contêm já foram Enzimas: oxidases, peroxidases, onarase, e a ascorbinase.

Modo de usar :

Inflamações rebeldes : Coloque 3 colheres (sopa) de folhas fatiadas em uma garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por cinco dias, agitando às vezes e coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.

Anemia: Consumir as brácteas tenras e cruas ou ligeiramente aferventadas (cabeça), comer duas a três vezes ao dia, durante algumas semanas.

Nefrite: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco do limão, 1 xícara três a quatro vezes ao dia.

Diabetes: Consumir a cabeça da alcachofra ao natural, juntamente com suco de limão, três a quatro vezes ao dia.

Bronquite asmática: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco de limão e um pouco de azeite de oliva, 1 xícara de 3 a 4 vezes ao dia.

Hemorróidas, prostatite e uretrite: Caldo em mistura com suco de cenoura ou limão, 1 copo quatro vezes ao dia.

Debilidade cardíaca: Comer brácteas cruas ou cozidas, sob a forma de salada, acompanhada de suco de limão.

Hepatite, colecistite, arteriosclerose: Chá por decocção, na proporção de 30g de folhas para 1 litro de água, 1 xícara 3 vezes ao dia.

Diurético: Ferver 20g de raízes de alcachofra por cinco minutos em 1 litro de água. Deixar o líquido amornar, adoçar e tomar na dose de 3 xícaras ao dia.

Contraindicações: Pessoas alérgicas às plantas da família Asteraceae ou qualquer obstrução do duto biliar.

O diagnóstico de cálculos biliares deve ser feito por um profissional de saúde.

Pacientes propensos à fermentação intestinal.

Efeitos colaterais: Em um estudo com 143 pacientes, a administração da alcachofra não causou nenhuma reação adversa.

O contato frequente com alcachofra ou outras plantas da família Asteraceae, causou reações alérgicas em indivíduos sensíveis à dermatite de contato e urticária com contato ocupacional com alcachofra, os componentes responsáveis são a cinaropicrina e outras lactonas sesquiterpênicas; De acordo com as monografias da German Commission e, as Contraindicações do uso da alcachofra incluem pigmentos da cor e antociânicos também já foram avaliados.

Uso na gravidez e na lactação: Por causa da falta de dados sobre a toxicidade da alcachofra, sugere-se que seu uso seja limitado durante a gravidez. A caropicrina e a cinarase promovem a coagulação do leite, portanto a planta está contra indicada para lactantes.

Posologia:

Tintura : 5 a 25 ml, divididos em até 3 doses diárias, com intervalos menores que 12 horas;

Vinho medicinal : 2 cálices antes das principais refeições flores como alimento e medicinal;

Infuso ou Decocto : 2g de folhas frescas ou 1g de folhas secas (1 colher de sobremesa para cada xícara de água) em infuso ou decocto;

Extrato líquido: 0,5 a 1 g/dia;

Extrato seco : 100 a 150mg até 3 vezes ao dia.

CHÁ DA ALCACHOFRA

Modo de preparar

Colocar para ferver uma colher das de sopa de folhas secas picadas para uma xícara das de chá de água.

Colocar as folhas na fervura.

Deixar fervendo de três a cinco minutos.

Cobrir.

Deixar amornar até chegar à temperatura apropriada para beber.

Quando e como usar

Indicação: Distúrbios digestivos e hepáticos, ácido úrico, colesterol e triglicerídeos, diurético, obesidade.

Modo de usar:

Tomar uma xícara do chá duas ou três vezes ao dia. Repetir o tratamento. r
contraindicação :

O chá não deve ser usado por gestantes ou durante a amamentação.

Forma do Chá : Cozimento

Forma de Uso : Oral

Partes Usadas : Folhas


Planta medicinal: Alcachofra (Cynara scolymus)

Material utilizado : As folhas secas da alcachofra e álcool de cereais a 70%.

Modo de preparar o extrato alcoólico da alcachofra

1)   Colocar em um recipiente apropriado, com tampa hermética, duas colheres das de sopa de folhas secas picadas da alcachofra.

2)   Adicionar uma xícara das de chá de álcool de cereais a 70%.

3)   Deixar em maceração por no mínimo uma semana.

4)   Filtrar em coador de papel.

5)   Armazenar em um vidro escuro, ao abrigo de luz solar.

Quando e como usar o extrato alcoólico da alcachofra

Indicação: Excesso de colesterol.

Modo de usar: Tomar uma colher das de café do extrato alcoólico, diluído em meio copo d'água, antes das principais refeições. Repetir o tratamento pelo tempo necessário à cura.

Indicação: Tratamento auxiliar da diabetes.

Modo de usar: Tomar uma colher das de café do extrato alcoólico, diluído em meio copo d'água, duas vezes ao dia. Alterar a dose conforme a glicemia. Repetir o tratamento. Fazer o controle da glicose e não substituir o tratamento convencional.

Indicação: Má digestão.

Modo de usar: Tomar uma colher das de café do extrato alcoólico, diluído em meio copo d'água, após as principais refeições. Repetir o tratamento pelo tempo necessário à cura.

Contraindicações : Na gravidez, na lactação, para crianças em geral, portadores de cálculo biliar, pessoas com fermentação intestinal e sensíveis às substâncias presentes na alcachofra. O tratamento aqui apresentado é para os diabéticos não insulinodependentes.\

MODO IA
A alcachofra (Cynara scolymusé amplamente reconhecida na fitoterapia por suas propriedades medicinais, atuando principalmente como uma planta hepatoprotetora (protege o fígado) e digestiva.
Principais Benefícios à Saúde
  • Saúde do Fígado: Ajuda na desintoxicação hepática e na regeneração do órgão, sendo indicada para casos de "fígado gordo" (esteatose).
  • Digestão: Estimula a produção e o fluxo da bile, facilitando a digestão de gorduras e aliviando sintomas como gases, náuseas e sensação de estufamento.
  • Controle do Colesterol: Auxilia na redução dos níveis de colesterol ruim (LDL) e triglicerídeos no sangue.
  • Ação Diurética e Auxílio no Emagrecimento: Contribui para a eliminação de líquidos e promove saciedade devido ao alto teor de fibras, embora não emagreça sozinha sem uma dieta equilibrada.
  • Controle da Glicemia: Possui atividade hipoglicemiante, podendo auxiliar no controle do diabetes.
Formas de Uso
De acordo com especialistas e o Horto de Plantas Medicinais da UFSC, as partes utilizadas medicinalmente são principalmente as folhas, enquanto a flor (o "coração") é consumida na alimentação.
  • Chá (Infusão): Preparado com as folhas secas. Recomenda-se o consumo cerca de 20 minutos antes das refeições.
  • Cápsulas e Extratos: Opções mais concentradas encontradas em farmácias, geralmente padronizadas em substâncias como a cinarina.
Contraindicações e Cuidados
  • Cálculos Biliares: Pessoas com obstrução dos ductos biliares devem evitar o uso, pois o estímulo à produção de bile pode causar cólicas severas.
  • Gravidez e Lactação: Não é recomendada para gestantes ou mulheres que amamentam.
  • Crianças: Geralmente contraindicada para menores de 12 anos em formas farmacêuticas (cápsulas).

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